terça-feira, 22 de setembro de 2009

Restaurando a visão profética da igreja_Parte 1

Orai sem cessar. Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Não apagueis o Espírito. Não desprezeis as profecias;

(1Tss 5:17-20)

1Tss 5:17

(17) Orai sem cessar.

Isso não pode significar, naturalmente, uma oração constante sem interrupção. Mas pode indicar uma espécie de espírito dedicado, e que se expressa constantemente, um habito de oração.

Também pode estar submetida a uma obra intercessória do Espírito santo.

A oração é uma via de mão dupla, eu consulto ao senhor e ele responde.

Em outras palavras Paulo esta dizendo: “formai o hábito da oração, transformando vossos pensamentos em ações”, se envolvendo com que estamos orando. Estar envolvido com a obra redentora de Deus e seus propósitos.

1Tss 5:18

(18) Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.

Devoção e dependência

A vontade de Deus opera dentro da esfera de Cristo, isto é quando estamos associados a Ele, como seus servos. Então a vontade de Deus atua poderosamente em nos.

1Tss5:19

(19) Não apagueis o Espírito.

Esse é um versículo chave. Não poderemos vencer hábitos antigos e arraigados e sermos envolvidos em oração e ação de graças sem o poder do Espírito santo.

Uma vida pecaminosa, ou meramente por negligencia e desinteresse pode apagar

Não podemos apagar a chamas do Espírito santo de nossas vidas.

A vinda e atuação do Espírito Santo estão vinculadas a idéia simbólica do fogo (Mt 3.11; Lc 3.16; At 2.3; II Tim 1.6)... Atiça em chamas o dom de Deus que há em ti... Reacenda e mantém queimando o fogo da dádiva divina que veio sobre ti quando te impus as mãos... (tradução inglesa de Williams).

Não lanceis água fria sobre aqueles que, sob a extraordinária inspiração do Espírito Santo, falam em línguas, revelam mistérios, oram na congregação.

Alguns abusos dos dons espirituais, que podem também exagerado determinadas declarações de Paulo acerca do retorno de Cristo para breve, expressando-se sem bom senso e sem disciplina em sua devoção. Mas apesar dos abusos Paulo recomenda que a igreja não censure o entusiasmo.

Portanto, a ordem que não seja apagado o Espírito, provavelmente envolvia a igreja em geral em seu culto público, como se não se abafassem as manifestação do Espírito nem nas reuniões e nem nas devoções.

Cada um de nós tem a responsabilidade de permitir que o Espírito santo, viva e se expresse por seu intermédio;

Isso requer diligencia, a busca e a vida santa.

1Tss 5:20-21

(20) Não desprezeis as profecias; (21) julgai todas as coisas, retende o que é bom;

Não há que duvidar que Paulo tivesse consciência da imitação dos dons espirituais; apesar disso, não queria que as manifestações genuínas fossem eliminadas, juntamente. Por isso é que proibiu o apagar do Espírito.

È por isso que ele adverte também agora ele adverte especificamente contra uma atitude negativa acerca das profecias. Paulo estar convicto que existem profecias autênticas, que são necessárias nas igrejas locais.

Além disso, a função da profecia deveria ser resguardada e valorizada, que tem como propósito instruir e edificar. (ICo 14.3)

Também interessante notar que Paulo não queria que o ministério de ensino da igreja ficasse reduzido à instrução com base nas escrituras, embora deva ocupar lugar primordial na igreja. Os profetas estão sujeito á inspiração do momento. Mas é evidente que sua atuação se mostra mais eficaz no trato com problemas e situações específicos, como também no caso de exortações em geral.

Graham Cooke em seu livro “desenvolvendo o seu dom profético” comentando sobre o serviço profético na igreja local diz que: não podemos encarar a profecia como uma pregação oportuna da palavra de Deus numa situação particular. Profecia não significa simplesmente ter um insight especial das Escrituras. Obviamente isso faz parte. Ele continua dizendo que as Escrituras pode proporcionar diretrizes gerais sobre uma multidão de coisas relacionadas à nossa vida, relacionamentos, casamentos, empregos, ministério, família e etc. A profecia pode acrescentar detalhe específicos aos princípios gerais.

Vivendo sobre o poder e a influência do Espírito santo

Sentir alegria de Cristo;

Uma vida caracterizada pela oração;

Gratos para com senhor;

Jamais abafarem o espírito e praticando corretamente o dom profético.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A obediência

Princípio que ativa o Reino na terra

Hebreus 5.7 diz: “O qual, nos dias da sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que o podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia” Expressão que na versão NVI diz: “reverente submissão”. Isso significa que Clamores e lagrimas são alicerçados pela obediência, assim como adoração, mas não podemos ficar somente nos clamores e lagrimas. Entendemos que a base do pecado é a desobediência, e tudo que a desobediência perdeu somente a obediência vai recuperar.

A grande verdade é que a humilhação na terra gera poder nos céus, Pois se humilhar é reconhecer a soberania do Pai. É reconhecer que seus conceitos e valores são celestiais ,você não se conforma ao padrão da terra mais assume um padrão dos céus . A continuação desta passagem que diz: “Ainda que fosse Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu E, sendo ele consumado, (ou aperfeiçoado) a ser a causa de eterna salvação para todos os que lhe obedecem...” Quando a escritura diz que Jesus aprendeu mediante aquilo que sofreu (NVI), entendemos que as crises são momentos de rompimentos. Lembre-se de Jesus, era tanta pressão que ele suava agonizava, mas nesta hora foi algo sendo abalado nos céus, e depois quando ele expirou as escrituras diz que a terra foi abalada. Ele estabeleceu a intercessão perfeita no Tabernáculo Perfeito (Hebreus 9), restabelecendo a obediência até a morte .

O que implica negar-se a si mesmo? Abrir mão de desejos pessoais em prol aos propósitos de Deus, negar a carne e todos seus desejos consiste em um compromisso com ele e de identificação com sua vida e obra segundo Filipenses 2.5, e quanto mais eu me submeto a sua vontade eu sou restituído de autoridade.

Se o povo não obedece, não há reino. Você pode fazer com que ele obedeça, mas isso não é reino. Romanos 12.1 diz: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Primeiramente, entendemos uma relação entre sacrifício e transformação, entre a nossa obediência e a sua vontade. Nesse sacrifício o que é oferecido é nosso corpo (swmata – Plural) não no sentido de forma ou figura física, mas seguindo uma linguagem paulina, nosso homem integral ou pessoa total é apresentado, diante Dele, no sentido de oferta, como um sacrifício (thysian). O que isso significa? Como podemos assimilar essa relação de sacrifício e transformação. Precisamos entender que o contexto fala de vivermos os desafios da verdadeira vida cristã, agora é a vida e não o ritual que representa o verdadeiro sacrifício agradável, trata-se do aspecto moral e não cerimonial. Não mais uma linguagem de sacrifício de sangue e morte, mas de serviço e vida cristã. Paulo em Filipenses 2:17 diz: “Entretanto, mesmo que seja eu oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, alegro-me e, com todos vós, me congratulo”, confirmando que segundo seu entendimento, sacrificava-se não no sentido de redenção, mas de serviço que resulta em alegria e louvor.

Fabio Souza / Anderson Bomfim


Fique ligado !!!

Você não pode perder a inauguração da RugidoTV com um treinamento sobre o Reino de Deus. Sábado, 19/09 as 17:00.


Vamos abordar temas como:

Definindo Reino:

Uma realidade de ordem

O termo grego usado no Novo Testamento para “Reino” é “basileia” que significa poder real, domínio e governo, uma referência ao direito e autoridade para governar sobre um reino. (Salmo 89;Salmo 147.4;Isaias 40.26;Hebreus 11:3 ;Gênesis 1.2)

O pecado distorceu a perspectiva de Deus para com o homem, pois originalmente fomos estabelecidos para ordenar e não ser o motivo da desordem. Esse princípio é importante para entendermos hoje o valor redentivo da igreja, assumindo nossa responsabilidade administrativa, pois, se ela não fizer ninguém fará.

O Reino de Deus traz ordem, por isso, uma das maiores características da ausência do Reino de Deus é a desordem e descontrole, por isso, precisamos identificar de maneira simples e claras quais seriam os elementos básicos que constituem um reino? Cremos que três elementos são elementares: Não há Reino se não há um Rei, se não há quem se submeta ao Rei e ainda princípios que trazem ordem e funcionamento, uma vez que todo reino é regido por leis, ou seja, princípios que mesmo ignorados funcionam protegendo ou punindo.

terça-feira, 15 de setembro de 2009