terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Iluminando os olhos do coração

Termina o ano e fica a pergunta dessa jornada em que estamos envolvidos: houve alguma mudança? Sim, houve. Eu mudei em relação ao ano que passou - minha mente mudou - e minha forma de vê-lo mudou. Sempre digo que uma experiência visionária ou visual é difícil de ser esquecida. O “ver” é um evento marcante que molda a mente. Deixar serem iluminados os olhos do nosso coração nos leva a dimensionar um pouco mais o que estamos chamados e comissionados a fazer (Efésios 1.17-18). O deixar ser ministrado pelo espírito de sabedoria e revelação resulta neste ampliar da nossa visão, creio também que isso contribui no avanço do nosso envolvimento dentro do Reino e aumenta-se nossa jurisdição (2 Coríntios 10:13-16).
Durante esse segundo semestre tínhamos expectativa em ver um posicionamento de parte da igreja, e pude ver uma busca e um esclarecimento em relação a isso. Falou-se nos “santos” encorajarem a igreja a entender e a resgatar essa mentalidade. Com isso não estou afirmando que se esgotou o assunto, que já estão todas as coisas esclarecidas ou que já entendemos tudo a respeito. Eu percebo que não compreendemos o funcionamento dos ofícios, mas gosto de olhar pra esse assunto comparando com o futebol, por exemplo, e me questiono: o que surgiu primeiro, os jogadores ou uma comissão técnica? Claro que não estou querendo igualar, mas pode ter sentido nisso, que muito mais que apóstolos e profetas, acretido que temos um povo apostólico e profético trazendo a necessidade dos técnicos.
Uma coisa já está segura para saúde do funcionamento de todos os apóstolos, profetas e evangelista: estes não devem focar em um local, e sim numa região... Vejo uma maturidade vinda em relação a isso. Não grupos isolados de depreciadores, mas sim de edificadores, iniciadores de movimentos que nos conduzem à gestação e ao nascimento de novas regiões-igrejas nos bairros e nas regiões, um povo erguendo sua voz em mobilização e comprometimento (em relação ao) com o reino de Cristo e de Deus.

Acredito que o primeiro ponto de avaliação de uma mudança deve ser se eu e você mudamos e partir deste ponto nos ajudará a enxergar as mudanças coletivas. A minha forma de analisar a realidade muda e isso pode indicar que neste processo de mudanças pessoais eu tenha descoberto soluções para muitas coisas que precisam ser mudadas. Eu realmente me preocupo com pessoas que esperam mudanças radicais sem provocar nem viver uma vida de mudanças radicais, ou viver as mesmas coisas, baseadas em mudanças antigas na sua vida pessoal.

Um comentário:

Gileade disse...

oH ...Simpáticooooooooooo pq www.mapgileade.org.br não está junto da galera? To esperando... André e Simone.